terça-feira, 11 de outubro de 2011

Feliz Aniversário Vera!

Hoje é o dia da Vera completar 28 Primaveras!!!

Desejos de um dia super Feliz e que este ano te traga momentos recheados de coisas boas.

Beijinhos

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

III Encontro da Família Baptista - 13.08.2011


Este ano fomos 107 Baptistas e acompanhantes!
Sentimos a falta daqueles que não estiveram presentes e saudade dos que já não puderam estar...
Há que aproveitar cada momento da vida e este foi mais um bom momento.

Que seja repetido por muitos e bons anos!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Feliz Aniversário!

Hoje é dia de dar os Parabéns ao Mateus pelos seus 63 anos de vida!

Esperamos que tenha um dia fantástico.

Beijinhos

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Estamos de luto

Depois da perda do primo Aureliano, no início do ano

Hoje, ainda sem razão aparente, faleceu o primo Idalécio...

Querido primo, vou ter saudades tuas...

sexta-feira, 25 de março de 2011

Feliz Aniversário Titiz!

Hoje a Beatriz faz 3 anos!

Feliz aniversário para a pequenina e para os Papás babados!

Beijinhos

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Algarve sofreu com o ciclone que atingiu o país há 70 anos, a 15 de Fevereiro de 1941

Olá!

Achei curioso partilhar esta notícia com todos vós!
Se alguém se lembrar de detalhes mais pessoais, adoraria saber...



Há 70 anos, o Inverno resistia a ceder lugar à Primavera e, depois de vários dias de muita chuva, o pior aconteceu. Se a nefasta II Guerra Mundial ocupava até então, e consecutivamente, as primeiras páginas dos diários nacionais, um raro fenómeno meteorológico remeteu as notícias dos combates para as páginas centrais.
Um terrível ciclone extra-tropical atingiu e devastou Portugal, a 15 de Fevereiro de 1941. Nesse mesmo sábado, o jornal «O Século» publicava uma notícia relativa a Olhão, datada do dia anterior: «Um fortíssimo temporal – o terceiro destes últimos dias - assolou hoje [14 de Fevereiro] esta região, causando sérios prejuízos nas embarcações, muitas das quais foram arrojadas de encontro ao cais».

Se a notícia era já por si má, longe estavam os algarvios de imaginar o que ocorreria nesse fatídico dia 15 de Fevereiro.

O boletim meteorológico apenas previa «aguaceiros alternados com abertas; ventos do quadrante W bastante fortes com rajadas e golpes de vento forte durante os aguaceiros». Em suma, tudo apontava para uma situação idêntica aos dias anteriores, mas a previsão falhou.
Naquele dia, teve lugar a maior tempestade até então registada pelo Observatório Meteorológico de Lisboa, criado em 1854.
Em escassas horas, a pressão atmosférica baixou drasticamente, determinada por um cavamento extraordinário de uma depressão que se deslocou, numa fase inicial, dos Açores em direção à Península Ibérica e, posteriormente, paralelamente à costa ocidental do continente, de Sul para Norte.
O resultado foi uma violentíssima tempestade que atingiu o auge em Portugal às 15 horas daquele Sábado Magro.
Os ventos alcançaram em Lisboa uma velocidade de 127 km/h, semeando o terror na capital, como em todo o país.
As consequências foram nefastas: além de várias horas de pânico vivido pelas populações, registaram-se dezenas de vítimas mortais e elevados prejuízos materiais.

Em todo um cenário dantesco, o Algarve não foi exceção. A imprensa da época, como «O Século» e o «Diário de Notícias», divulgou amplamente os efeitos na região.

O primeiro daqueles periódicos traçou mesmo uma síntese a nível regional: «A província do Algarve foi assolada por um violentíssimo temporal, que causou prejuízos de grande monta, avaliados em dezenas de milhar de contos. A floração das amendoeiras foi desfeita pela ventania e tem-se como certa a perda quase total da produção do fruto, o que agrava consideravelmente a crise. Grandes trovoadas pairaram por toda a região. Muitas casas ficaram destruídas ou sem telhados e a violência da tempestade fez-se sentir, em especial nas zonas fabris e nos aglomerados de habitações de gente pobre. Há milhares de árvores derrubadas. No litoral, a tormenta atingiu inaudita violência e o mar tocado pelo ciclone, invadiu grandes extensões de terra cultivada, devastando completamente sementeiras e pomares. Por toda a parte há tristeza e desolação».
O vento terá soprado a uma velocidade de 140 km/h no Algarve e, nas palavras do correspondente do «Diário de Notícias», «tudo foi varrido, esfacelado, aniquilado».

Em Olhão, «muitas são as embarcações que estão avariadas ou afundadas. Várias embarcações carregadas de esparto foram atiradas para terra perdendo-se a carga. (…) Na fábrica de conservas Figueiredo & C.ª abateu o telhado, havendo prejuízos no valor de 150 contos. Outro tanto sucedeu a outras fábricas, casas e edifícios da companhia Portuguesa de Congelação, onde abateu uma parede. Os empregados nada sofreram por ser hora de almoço. O cinema Apolo ficou completamente destruído. Os telhados da maior parte das fábricas foram pelos ares o mesmo sucedendo às árvores da rua da República e aos postes de iluminação pública. (…) As sementeiras estão completamente destruídas. Só na horta da Penha, propriedade do Sr. João Neto, há mais de 200 amendoeiras arrancadas pela raiz. O fornecimento de energia eléctrica está também interrompido desde ontem [14 de Fevereiro]».
Quanto aos acessos à capital de distrito, «na estrada de Faro a Olhão caíram mais de 200 eucaliptos; e entre aquela vila e Portimão contam-se 470 postos telegráficos derrubados».
O tráfego automóvel era pois muito condicionado, e como se isso não bastasse, «as linhas telefónicas estão interrompidas; os comboios não podem circular por as vias estarem obstruídas com postes e árvores. Na estrada de Portimão, um garoto cuja identidade se desconhece, foi morto pela queda de uma árvore».
Já no sítio das Figuras (em Faro), «foram derrubados todos os eucaliptos ali existentes, assim como os postes telegráficos e telefónicos».

No dia 16 era feito o balanço: «Os prejuízos em Faro são como já dissemos, muito importantes. No cemitério caíram numerosos ciprestes que atingiram vários jazigos e levantaram muitas sepulturas. Abateu também um muro de um quintal na rua de Alportel e a platibanda de uma casa na rua Coelho de Melo. Na estrada de Loulé foram derrubados todos os eucaliptos e todos os postes telegráficos».
Também o Liceu João de Deus sofreu muitos estragos, de tal forma que as aulas acabaram por ser suspensas.
Em Santa Bárbara de Nexe e Estoi, «a violência do vento devastou completamente sementeiras e destruiu numerosas árvores».
No jardim público de Estoi, «caíram alguns dos grandes ciprestes que ali existem. Uma dessas árvores seculares, cujo tronco dificilmente seria abraçado por oito homens, foi arrancado pela raiz. Em toda a aldeia, cuja população é constituída por pequenos proprietários, a desolação é completa».

Já em Loulé, «os prejuízos são também enormes. Parte da rede eléctrica ficou danificada, tendo-se interrompido por completo, o serviço telegráfico e telefónico. O trânsito nas estradas também ficou interrompido, por motivos dos desabamentos de árvores, o mesmo sucedeu na linha férrea. Desabou o «esqueleto» dos bombeiros, em cima de uma habitação que ficou muito danificada. Muitas outras casas ruíram, e só na rua do Prior aluíram cinco prédios. Nos campos e arredores há estragos incalculáveis».
Afinal, «perdeu-se totalmente a colheita de amêndoas e houve propriedades que quase ficaram limpas de arvoredo e com os favais e searas queimados», noticiavam os jornais da época.
Em Quarteira, «também se verificaram importantes estragos, pois o mar avançou pela povoação, derrubando casas e arrastando tudo em turbilhão. Junto à estrada nuns pinheirais foram derrubadas mais de cem árvores».
Na então aldeia piscatória, a violência do mar demoliu ainda «a parede principal do quartel da guarda-fiscal».
Também a «antiga fábrica da Sociedade de Transportes e Comércio foi parcialmente destruída, assim como casas onde estavam instalados estabelecimentos e armazéns de peixe. O importante olival existente na estrada de Loulé para a estação, pertencente ao Sr. Cipriano Neves, sofreu igualmente muitos estragos. Foram destruídas mais de 150 árvores».
Na freguesia de Salir, «houve danos incalculáveis. Caíram milhares de sobreiros, eucaliptos, amendoeiras, e ficaram devastados hortas e pomares. O vendaval arrasou ou destruiu os tugúrios de gente humilde que ficou desabrigada e na maior miséria. Os prejuízos são avaliados em mais de 10 000 contos. Nada escapou à fúria do vento que até levou a cruz do presbitério e devassou os jazigos no cemitério. (…) Para a desgraça ser maior as feras acossadas pela fome desceram aos povoados e devastaram os rebanhos».
Na vizinha freguesia de Querença, até a ponte junto à Fonte de Benémola (na fotografia) ruiu com a tempestade.

Bibliografia: Jornais “O Século” e “Diário de Notícias” de Fevereiro de 1941 e http://www.meteopt.com

Fotografia gentilmente cedida pelo Eng.º Luís Guerreiro, Chefe da Divisão de Cultura e Museus do Município de Loulé

*Investigador de História Local e Regional

15 de Fevereiro de 2011 | 15:00
Aurélio Nuno Cabrita*

http://www.barlavento.pt/popup/multimedia.php?nid=47549

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Feliz 2011!


feliz ano novo 2011
Que este ano nos traga Saúde, Amor e Alegrias!
Ah... e mais um encontro dos Baptistas.

Beijinhos
Bri

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Parabéns Marco!

Olá!

Há 27 anos atrás, a minha avó foi acordar-me muito contente dizendo:
- Filha, acorda para irmos ver a Mãe e o Mano!
E eu pensei: Mano!!!! Que raio de conversa é esta? A Mãe e o Mano!!!
Desatei aos saltos e gritos em cima da caminha de ferro:
- Eu não quero o Mano, quero a minha Mãaaaaae!!!

Assim que cheguei ao Hospital e o vi pela janelinha da porta do quarto, apaixonei-me loucamente por ele!!!
E assim continua...

Meu querido, que este seja um dia muito feliz e que o próximo ano te traga mais juízo (que bem precisas!!!), mais dinheiro e mais Felicidade!

Muitos Beijinhos repenicadinhos!

Bri

terça-feira, 17 de agosto de 2010

II Encontro da Família Baptista

Olá!
O encontro desta grande família decorreu, como planeado, no dia 14 de Agosto na Ilha do Farol. Eramos 72 participantes e foi muito simpático!

O ponto mais alto deste dia foram as Vivas do Augusto e do Tio Virgílio!!!

Coloco aqui apenas algumas fotos.
Quem quiser mais, é só entregar (ou a mim ou à Lilita) uma pen ou CD para gravarmos todas.

O dia começou cedo para a maioria
Acabadinhos de chegar à Ilha
A caminho da praia
Sobrinho e tio
Gente gira
Temperatura amena
Pessoal de longe
Sala cheia
Vista espectacular
Nova geração
Caras simpáticas
Foto de parte do grupo

Espero que todos tenham sentido que valeu a pena este dia e que para o ano outro grupinho se entusiasme e organize o III Encontro desta fantástica Família!

Beijinhos,
Bri