quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Foto da família na Praia



Fila de cima, da esquerda para a direita: Lisete, Zézinha e pais (penso eu)
Fila de baixo, da esquerda para a direita: Vitória, ..., Célia
Ano da Foto: 1970 (a ver pelo tamanho da Célia...)

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Virgílio de Jesus Baptista na tropa

Hoje eles, amanhã nós


sábado, 23 de janeiro de 2010

Genealogia dos algarvios está à distância de um clique

E se toda a sua genealogia estivesse à distância de um clique? Se as suas raízes familiares são algarvias, isso já é possível graças ao trabalho de Nuno Inácio, que está a desenvolver um sítio com a genealogia do Algarve.

O sítio - http://www.genealogiadoalgarve.com/ - está online desde Setembro, quando foi lançado o login para os residentes em Portimão, mas já é possível pesquisar famílias de Barlavento a Sotavento do Algarve.

Em conversa com o «barlavento», Nuno Inácio explicou que tudo começou com uma pesquisa familiar que lhe despertou o interesse pela genealogia.

«Comecei a fazer a minha própria genealogia há cerca de cinco anos, pela linha paterna que tem origem no Alferce. Quando cheguei aos princípios do século XVIII, cheguei à conclusão que todo o Alferce era da família e optei por fazer o levantamento completo com todos os dados».

Do Alferce, em Monchique, a viagem foi curta até à freguesia vizinha de São Marcos da Serra – concelho de Silves - , onde a conclusão foi semelhante: «os habitantes mais antigos eram todos da família e a partir daí surgiu a ideia de fazer o levantamento de todo o Algarve», explicou o genealogista.

A principal fonte de informação para Nuno Inácio são os registos paroquiais. No entanto, estes só remontam a meados do século XVI, data do Concílio de Trento e, por isso, a pesquisa fica temporalmente limitada.

«Dificilmente se conseguirá recuar além das 20 gerações. As informações anteriores aos registos paroquiais são do Tribunal do Santo Ofício e de processos de Inquisição, e essa é a única possibilidade para recuar, no máximo, até ao princípio do século XV».

Por outro lado, também existem impedimentos para aproximar as pesquisas da actualidade, uma vez que só é possível a consulta de informações até ao ano de 1910 devido à protecção de dados, e nem todos os livros estão disponíveis, uma vez que, em alguns casos, os registos não foram enviados para o Arquivo Distrital.

No entanto, apesar das limitações, segundo Nuno Inácio, «o programa está disponível para receber dados actuais, e já recebemos centenas de dados de pessoas que estão a fornecê-los para “colar” com os que já estão na base de dados. Só assim é possível estabelecer relações com a actualidade. Já temos informação de bebés nascidos em 2009», adianta.

Para o genealogista, uma pesquisa deste género tem vantagens a vários níveis. «Para além da questão da curiosidade, um trabalho deste tipo é útil para historiadores, uma vez que a história da região é contada pessoa-a-pessoa, pois, além dos nomes, o site tem informação sobre o local onde as pessoas viviam ou a sua profissão. Além disso, a descoberta das origens pode facilitar processos de partilhas, para reconhecer herdeiros, ou ainda ajudar à naturalização de estrangeiros que sejam descendentes de portugueses e que precisem de comprovar a sua ascendência».

Quem já tem comprovada a ascendência algarvia com a pesquisa de Nuno Inácio são nomes como o herói da independência de muitos países da América do Sul Simão Bolívar, a actriz Amélia Rey Colaço, o poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade, Eça de Queiroz, ou mesmo Fernando Pessoa.

«Fernando Pessoa descende por dois ramos, um próximo, dentro das cinco gerações, e outro mais antigo, mas ambos de Portimão. O Simão Bolívar descende de Fernando Leão Pacheco, que era natural de Portimão, e o Carlos Drummond de Andrade é descendente da família Chassim, que era muito importante em Portimão no final do século XVI».

Para além das dificuldades na pesquisa de informação, Nuno Inácio tem que suportar ainda alguns dos custos financeiros do projeto, que são avultados.

«Sai muito caro, só o leitor de microfilmes custou 10 mil euros. Mandei ainda fazer um programa de raiz para tratamento de dados que não foi barato. As fotocópias dos documentos custam 50 cêntimos cada. É extremamente caro», lamenta o genealogista, que diz só ter conseguido avançar com o projeto devido ao apoios do municípios de Portimão e, mais recentemente, Albufeira, concelho cuja apresentação dos dados, e atribuição de log-in deverá acontecer no mês de Fevereiro.

«Os municípios adquirem os direitos de autor que permitem aos munícipes aceder à pesquisa. Por enquanto, ainda só foi apresentado o concelho de Portimão, mas o de Albufeira estará para breve, talvez em Fevereiro, mas tenho outras pesquisas concluídas. Para a sua apresentação, só falta o apoio dos municípios, que têm reconhecido a importância do projeto, e só ainda não avançaram devido à falta de disponibilidade financeira», conclui Nuno Inácio.


23 de Janeiro de 2010 | 09:26
nuno costa
http://barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=39163

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

RECEITA PARA UM ANO FELIZ

Tome 12 meses completos.
Limpe-os cuidadosamente de toda a amargura, ódio e inveja.
Corte cada mês em 28, 30, ou 31 pedaços diferentes,
mas não cozinhe todos ao mesmo tempo.
Prepare um dia de cada vez com os seguintes ingredientes:

- Uma parte de fé
- Uma parte de paciência
- Uma parte de coragem
- Uma parte de trabalho

Junte a cada dia uma parte de esperança, de felicidade e amabilidade.
Misture bem, com uma parte de oração, uma parte de meditação e uma parte de entrega.
Tempere com uma dose de bom espírito, uma pitada de alegria, um pouco de acção, e uma boa medida de humor.
Coloque tudo num recipiente de amor.
Cozinhe bem, ao fogo de uma alegria radiante.
Guarneça com um sorriso e sirva sem reserva.

Retirado na Internet

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Olá Família!

Espero que este seja um ano recheado de coisas boas para todos nós!
E que tenhamos mais um encontro da Família Baptista, claro!

Beijinhos,
Bri